para matar-me, e novas esquivanças;
que não pode tirar-me as esperanças,
que mal me tirará o que eu não tenho.
Vede que perigosas seguranças!
Que não temo contrastes nem mudanças,
andando em bravo mar, perdido o lenho.
onde esperança falta, lá me esconde
Amor um mal, que mata e não se vê.
um não sei quê, que nasce não sei onde,
vem não sei como, e dói não sei porquê.
Nenhum comentário:
Postar um comentário